Teatro de bonecos popular do Nordeste: mamulengo, babau, João Redondo e Cassimiro Coco
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Acesse a página Construtores do Babau: a brincadeira de Mestre Clóvis Breve biografia: Mestre Clóvis é natural da cidade de Guarabira. Sua trajetória com o Babau começou nos anos 80, quando recebeu de uma freira alguns bonecos para uma atividade em comunhão com o grupo de teatro do qual fazia parte. Depois disso, decidiu se aprofundar no universo do Teatro de Bonecos, levando-o a conhecer grandes bonequeiros como Mestre Miranda, Luiz do Babau, Mestre Bá, Antonio do Babau e muitos outros. Em suas andanças e pesquisas aprendeu a manipular e a confeccionar seus próprios bonecos. Descrição do episódio: Apresentação completa do Mestre Clóvis.
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Acesse a página Construtores do Babau: Geraldo do Babau Também conhecido por Mestre Maestro, é filho do grande mestre bonequeiro “Dito dos Bonecos”. Geraldo do Babau é um dos maiores representantes da brincadeira de babau nas cidades de Bananeiras e Solânea. Geraldo sempre acompanhou seu pai em suas funções e assim aprendeu a brincadeira de babau. Depois da morte prematura de seu pai, o bonequeiro segue dando continuidade à tradição. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau”. Realizada no ateliê do mestre bonequeiro, com a participação de sua família.
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Acesse a página Construtores do Babau: José Neto Breve biografia: Com anos de experiência com artesanato, Neto começou sua trajetória de bonequeiro no ano de 2015, quando fez seu primeiro boneco. Hoje trabalha na confecção de babau e artigos folclóricos. É inspirado pelo folclore e folguedos nordestinos, especialmente da Paraíba, e contribui para manter viva a tradição do teatro de bonecos popular da Paraíba. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares. do tipo "Babau".
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Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Clóvis Breve biografia: Mestre Clóvis é natural da cidade de Guarabira. Sua trajetória com o Babau começou nos anos 80, quando recebeu de uma freira alguns bonecos para uma atividade em comunhão com o grupo de teatro do qual fazia parte. Depois disso, decidiu se aprofundar no universo do Teatro de Bonecos, levando-o a conhecer grandes bonequeiros como Mestre Miranda, Luiz do Babau, Mestre Bá, Antonio do Babau e muitos outros. Em suas andanças e pesquisas aprendeu a manipular e a confeccionar seus próprios bonecos. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau" realizada ao ar livre, no sítio do Mestre Clóvis. O cenário conta com uma árvore de Mulungu, a madeira utilizada para confecção dos bonecos. Participação especial da filha do bonequeiro, Beatriz Martins.
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Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Reis do Babau e Seu Sebastião Breve biografia: Conhecido como “Reis dos Bonecos”, Seu Severino Alves da Silva é natural da cidade de Sapé. É o rei da ciência dos bonecos e aprendeu a arte ainda criança, por meio da convivência com Seu Alcino, outro mestre bonequeiro. Na juventude, começou a brincar profissionalmente e ensinou seu primo Sebastião, que passou a ser seu ajudante nas apresentações. Seu Sebastião, que faz dupla com Reis dos Bonecos, é um mestre de poucas palavras. Mas quando entra na empanada dá um verdadeiro show de improvisação com os bonecos. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau”.
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Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Vaval Breve biografia: Até os dez anos de idade, Vaval só conhecia o babau como espectador. Certo dia, precisou substituir o irmão na brincadeira de babau de seu pai, o Mestre Joaquim Guedes. Porém, o mestre passou mal e Vaval teve que assumir a função. Anos mais tarde, o velho bonequeiro faleceu e Vaval tornou-se o único herdeiro da arte de Seu Joaquim. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau".
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Acesse a página Depoimento de Felipe de Riachuelo No dia 05 de março de 2015, o Conselho Consultivo aprovou o Teatro de Bonecos Popular do Nordeste - Mamulengo, Babau, João Redondo, Cassimiro Coco (TBPN) como Patrimônio Cultural do Brasil e sua inscrição no Livro de Formas de Expressão do Patrimônio Cultural Brasileiro.
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Acesse a página Teatro de Bonecos Popular do Nordeste _ Mamulengo, Babau, João Redondo e Cassimiro Coco -
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Acesse a página Construtores do Babau: a brincadeira de Mestre Clóvis Breve biografia: Mestre Clóvis é natural da cidade de Guarabira. Sua trajetória com o Babau começou nos anos 80, quando recebeu de uma freira alguns bonecos para uma atividade em comunhão com o grupo de teatro do qual fazia parte. Depois disso, decidiu se aprofundar no universo do Teatro de Bonecos, levando-o a conhecer grandes bonequeiros como Mestre Miranda, Luiz do Babau, Mestre Bá, Antonio do Babau e muitos outros. Em suas andanças e pesquisas aprendeu a manipular e a confeccionar seus próprios bonecos. Descrição do episódio: Apresentação completa do Mestre Clóvis. -
Acesse a página Construtores do Babau: Geraldo do Babau Também conhecido por Mestre Maestro, é filho do grande mestre bonequeiro “Dito dos Bonecos”. Geraldo do Babau é um dos maiores representantes da brincadeira de babau nas cidades de Bananeiras e Solânea. Geraldo sempre acompanhou seu pai em suas funções e assim aprendeu a brincadeira de babau. Depois da morte prematura de seu pai, o bonequeiro segue dando continuidade à tradição. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau”. Realizada no ateliê do mestre bonequeiro, com a participação de sua família. -
Acesse a página Construtores do Babau: José Neto Breve biografia: Com anos de experiência com artesanato, Neto começou sua trajetória de bonequeiro no ano de 2015, quando fez seu primeiro boneco. Hoje trabalha na confecção de babau e artigos folclóricos. É inspirado pelo folclore e folguedos nordestinos, especialmente da Paraíba, e contribui para manter viva a tradição do teatro de bonecos popular da Paraíba. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares. do tipo "Babau". -
Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Clóvis Breve biografia: Mestre Clóvis é natural da cidade de Guarabira. Sua trajetória com o Babau começou nos anos 80, quando recebeu de uma freira alguns bonecos para uma atividade em comunhão com o grupo de teatro do qual fazia parte. Depois disso, decidiu se aprofundar no universo do Teatro de Bonecos, levando-o a conhecer grandes bonequeiros como Mestre Miranda, Luiz do Babau, Mestre Bá, Antonio do Babau e muitos outros. Em suas andanças e pesquisas aprendeu a manipular e a confeccionar seus próprios bonecos. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau" realizada ao ar livre, no sítio do Mestre Clóvis. O cenário conta com uma árvore de Mulungu, a madeira utilizada para confecção dos bonecos. Participação especial da filha do bonequeiro, Beatriz Martins. -
Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Reis do Babau e Seu Sebastião Breve biografia: Conhecido como “Reis dos Bonecos”, Seu Severino Alves da Silva é natural da cidade de Sapé. É o rei da ciência dos bonecos e aprendeu a arte ainda criança, por meio da convivência com Seu Alcino, outro mestre bonequeiro. Na juventude, começou a brincar profissionalmente e ensinou seu primo Sebastião, que passou a ser seu ajudante nas apresentações. Seu Sebastião, que faz dupla com Reis dos Bonecos, é um mestre de poucas palavras. Mas quando entra na empanada dá um verdadeiro show de improvisação com os bonecos. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau”. -
Acesse a página Construtores do Babau: Mestre Vaval Breve biografia: Até os dez anos de idade, Vaval só conhecia o babau como espectador. Certo dia, precisou substituir o irmão na brincadeira de babau de seu pai, o Mestre Joaquim Guedes. Porém, o mestre passou mal e Vaval teve que assumir a função. Anos mais tarde, o velho bonequeiro faleceu e Vaval tornou-se o único herdeiro da arte de Seu Joaquim. Descrição do episódio: Oficina de construção de bonecos populares do tipo "Babau". -
Acesse a página Depoimento de Felipe de Riachuelo No dia 05 de março de 2015, o Conselho Consultivo aprovou o Teatro de Bonecos Popular do Nordeste - Mamulengo, Babau, João Redondo, Cassimiro Coco (TBPN) como Patrimônio Cultural do Brasil e sua inscrição no Livro de Formas de Expressão do Patrimônio Cultural Brasileiro. -
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Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Associação Brasileira de Teatro de Bonecos (ABTB) | União Internacional da Marionete (Unima/Brasil)
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Etiqueta temática
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Cidades e comunidades sustentáveis (Objetivo 11) | Educação de qualidade (Objetivo 4) | Paz, justiça e instituições eficazes (Objetivo 16)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
04/03/2015
Estados Brasileiros
Alagoas (AL) | Ceará (CE) | Distrito Federal (DF) | Paraíba (PB) | Pernambuco (PE) | Rio Grande do Norte (RN)
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Denominação
Teatro de bonecos popular do Nordeste: mamulengo, babau, João Redondo e Cassimiro Coco
Descrição Completa
O Teatro de Bonecos Popular do Nordeste é um teatro que não precisa de palco nem cortina, mas que diverte, emociona e provoca. Conhecido por nomes como Mamulengo, Babau, João Redondo ou Cassimiro Coco, ele se espalha por vários estados, sempre com a mesma força de encantar.
Por trás da empanada — a barraca onde acontece o espetáculo — o bonequeiro dá vida aos personagens com as mãos e com a alma. Os bonecos dançam, brigam, cantam e fazem rir, com vozes agudas, gestos exagerados e muita improvisação. Cada apresentação é uma mistura de cenas, histórias e comentários sobre a vida, o cotidiano e o mundo ao redor.
Essa tradição tem origens antigas e pouco documentadas. Chegou ao Brasil ainda no tempo colonial, com usos religiosos e educativos. Mas foi nas feiras, festas populares e praças das cidades nordestinas que ela virou brincadeira, crítica social, celebração e arte do povo.
O mestre bonequeiro reúne os saberes do artista, do artesão, do narrador, do comediante e do educador. É ele quem constrói os bonecos, improvisa os textos, canta, dança, encena e conversa com o público. E tudo isso é passado de geração em geração, em rodas de aprendizado, dentro das famílias e nos encontros entre mestres e aprendizes.
Em 2015, o Teatro de Bonecos Popular do Nordeste foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil. É uma arte que resiste, diverte e ensina, mantendo viva uma cultura feita de riso, crítica, memória e participação. Um teatro onde quem brinca também compartilha saberes e histórias de um povo.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.004803/2004-30 e Anexos. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Anuência da Comunidade
Data do Documento
15/06/2004
Autor
Associação Brasileira de Teatro de Bonecos
Nota Técnica de Pertinencia
Ata/Decisão da Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial
Data do Documento
08/06/2006
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Data do Documento
17/04/2018
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Dossiê do Registro
Data do Documento
01/06/2014
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
13/04/2015
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
05/03/2015
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
05/03/2015
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Data do Documento
2020
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)




