Matrizes tradicionais do forró
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Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM).
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Acesse a página Baque do santo: festa, farra e forró na Amazônia Acreana Parte da ancestralidade musical amazônica, os baques acreanos são tema de vídeo documentário produzido para o Plano Nacional de Salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró. O projeto é realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Acre (Iphan-AC), em parceria com diversas instituições. O vídeo documentário tem como protagonistas mestres e mestras da cidade de Tarauacá (AC). O projeto de produção audiovisual foi executado pelo Instituto Baquemirim e conta com recursos do Iphan, do Governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (Fem) e da Secretaria de Estado de Comunicação. Também recebe investimentos da Prefeitura Municipal de Tarauacá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
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Acesse a página Matrizes tradicionais do forró Vídeo parte integrante do processo de registro das Matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.
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Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM). -
Acesse a página Baque do santo: festa, farra e forró na Amazônia Acreana Parte da ancestralidade musical amazônica, os baques acreanos são tema de vídeo documentário produzido para o Plano Nacional de Salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró. O projeto é realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Acre (Iphan-AC), em parceria com diversas instituições. O vídeo documentário tem como protagonistas mestres e mestras da cidade de Tarauacá (AC). O projeto de produção audiovisual foi executado pelo Instituto Baquemirim e conta com recursos do Iphan, do Governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (Fem) e da Secretaria de Estado de Comunicação. Também recebe investimentos da Prefeitura Municipal de Tarauacá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. -
Acesse a página Matrizes tradicionais do forró Vídeo parte integrante do processo de registro das Matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.
Sobre o bem cultural
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Associação Cultural Balaio Nordeste
Etiqueta temática
Cultura afro-brasileira e diaspórica | Danças | Musicalidades
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
09/12/2021
Estados Brasileiros
Acre (AC) | Alagoas (AL) | Bahia (BA) | Ceará (CE) | Distrito Federal (DF) | Espírito Santo (ES) | Maranhão (MA) | Minas Gerais (MG) | Paraíba (PB) | Pernambuco (PE) | Piauí (PI) | Rio de Janeiro (RJ) | Rio Grande do Norte (RN) | São Paulo (SP) | Sergipe (SE)
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Denominação
Matrizes tradicionais do forró
Descrição Completa
O forró é muito mais do que música para dançar. Ele é parte do jeito de ser, de celebrar e de se relacionar de milhões de brasileiros. Quando falamos das Matrizes Tradicionais do Forró, estamos falando de uma expressão cultural rica e viva, que envolve sons, passos, histórias, encontros e modos de vida. Um patrimônio que nasceu no Nordeste, mas que hoje ecoa por todo o país.
Ao longo do tempo, a palavra "forró" passou a significar muitas coisas ao mesmo tempo: o ritmo, o baile, a festa, o local da festa, o estilo musical e até um jeito próprio de dançar. Tudo isso forma um universo diverso, que inclui gêneros como baião, xote, xaxado, coco, arrasta-pé, toada e forró. Cada um desses ritmos traz seu próprio compasso e seus passos característicos, sempre guiados por instrumentos que se tornaram símbolos dessa cultura: sanfona, triângulo, zabumba, entre outros.
Mas o forró não acontece só no palco ou no rádio. Ele ganha vida nos salões comunitários, nas festas juninas, nos encontros de amigos, nos festivais e nos forrós pé de serra espalhados pelo Brasil. É nesses espaços que a tradição se mantém viva, com dançarinos, músicos, mestres, organizadores e amantes do forró reunidos para compartilhar saberes e afetos.
Foi justamente a força dessa prática coletiva que motivou, em 2011, o início do processo de reconhecimento do forró como patrimônio cultural do Brasil. A mobilização partiu de quem vive o forró no dia a dia: músicos, grupos culturais, associações e fóruns de forrozeiros, com destaque para a Associação Balaio Nordeste e a Associação Respeita Januário. A partir daí, o Iphan conduziu um processo amplo, participativo e cuidadoso, com pesquisas, encontros, escutas públicas e registros em vídeo, foto e texto em várias regiões do país.
O resultado desse trabalho foi o reconhecimento oficial das Matrizes Tradicionais do Forró como patrimônio cultural brasileiro em dezembro de 2021, com inscrição no Livro das Formas de Expressão. Esse reconhecimento considera não apenas a música e a dança, mas também os modos de fazer, celebrar e ensinar que acompanham o forró — como o saber de tocar a sanfona ou construir instrumentos, a organização de festas, as práticas de transmissão oral e as dinâmicas sociais que mantêm tudo isso em movimento.
Embora o forró tenha ganhado espaço nas rádios, TVs e plataformas digitais, as matrizes tradicionais enfrentam desafios: a valorização desigual no mercado cultural, o enfraquecimento de espaços de expressão e as dificuldades enfrentadas por muitos dos seus protagonistas. Por isso, o registro é também um chamado à ação: reconhecer, apoiar e proteger esse bem significa criar condições para que as comunidades que mantêm o forró vivo sigam transmitindo seus conhecimentos e fortalecendo seus laços.
As ações de salvaguarda em andamento — como mapeamentos, oficinas, formações e festivais — são construídas em diálogo com essas comunidades. Elas buscam garantir que as práticas tradicionais sigam acontecendo, com autonomia, respeito e visibilidade. Afinal, preservar o forró é também preservar um modo de viver, de se encontrar e de celebrar o Brasil em sua diversidade.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.008052/2011-50. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Anuência da Comunidade
Data do Documento
06/06/2011 | 10/06/2011 | 14/06/2011
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Nota Técnica de Pertinencia
Ata/Decisão da Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial
Data do Documento
11/07/2013
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Dossiê do Registro
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Data do Documento
29/10/2021
Autor
Pedro Gustavo Morgado Clerot | Giorge Patrick Bessoni e Silva | Thamires Helena Oliveira Neves | Emanuel Oliveira Braga
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
05/11/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
09/12/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
16/09/2025
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
27/09/2022
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Data do Documento
2024
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)






