Tradições doceiras na região de Pelotas e antiga Pelotas: Morro Redondo, Turuçu, Capão do Leão e Arroio do Padre
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Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Câmara de Dirigentes de Lojistas de Pelotas
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Etiqueta temática
Atividade produtiva | Cultura alimentar | Práticas eminentemente femininas
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Consumo e produção responsáveis (Objetivo 12) | Igualdade de gênero (Objetivo 5) | Trabalho decente e crescimento econômico (Objetivo 8)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
15/05/2018
Estados Brasileiros
Municípios Brasileiros
Rio Grande do Sul (RS) > Arroio do Padre | Rio Grande do Sul (RS) > Capão do Leão | Rio Grande do Sul (RS) > Morro Redondo | Rio Grande do Sul (RS) > Pelotas | Rio Grande do Sul (RS) > Turuçu
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Denominação
Tradições doceiras na região de Pelotas e antiga Pelotas: Morro Redondo, Turuçu, Capão do Leão e Arroio do Padre
Descrição Completa
Na região de Pelotas, no Rio Grande do Sul, fazer doces é uma prática que atravessa o tempo e está presente tanto na cidade quanto no meio rural. Essa tradição se formou ao longo do século XIX e envolve dois saberes bem característicos: a doçaria chamada de doces finos, feita nas casas da cidade, e a dos doces coloniais, desenvolvida por famílias de agricultores nas áreas rurais. Ambas as práticas seguem vivas até hoje e fazem parte do modo de vida de muitas famílias.
A tradição dos doces finos surgiu nos casarões urbanos de famílias ligadas à produção de charque, atividade que marcou a economia da região no século XIX. Nesses espaços, doces sofisticados feitos com ovos, açúcar, nozes e amêndoas ganhavam destaque nas festas e cerimônias religiosas. As receitas eram ensinadas de mãe para filha e, com o tempo, muitas mulheres passaram a fazer esses doces para vender. Cozinheiras, muitas vezes negras e suas descendentes, foram fundamentais para manter e renovar esses saberes. Assim, os doces saíram das casas e ganharam as ruas, as confeitarias e os eventos populares, tornando-se uma importante fonte de renda e também de identidade para a cidade.
Já os doces coloniais nasceram nas pequenas propriedades da zona rural, onde famílias de imigrantes europeus cultivavam frutas como pêssego, figo, maçã e uva. Com o tempo, essas frutas passaram a ser transformadas em conservas, geleias, compotas e passas, que eram vendidas como “produtos da colônia”. O modo de fazer incluía técnicas manuais, uso de tachos de cobre e secagem ao sol, e até hoje segue sendo passado entre gerações como parte da vida familiar. Os doces não são apenas para o comércio, mas também para o consumo no dia a dia, para serem presenteados em encontros comunitários ou para uso em celebrações religiosas.
Os dois modos de fazer doces compartilham elementos importantes, como o uso de utensílios herdados, o trabalho em família e a valorização do cuidado com os detalhes. Em muitos casos, as práticas e receitas das zonas rural e urbana se misturam, criando novos sabores e formas de produção. Além disso, os doces também aparecem em contextos religiosos, como nas oferendas feitas em terreiros de religiões de matriz africana, onde são símbolo de respeito e de pedido por uma vida mais doce.
Apesar da presença de empresas maiores e da modernização de parte dos processos, a produção artesanal de doces ainda é mantida por muitas famílias, que preservam técnicas e saberes transmitidos entre gerações. Essas práticas contribuem para contar a história da região, marcada pela convivência entre diferentes culturas e pelas transformações sociais ao longo do tempo. Em reconhecimento a esse patrimônio coletivo, o Iphan registrou, em 2018, os saberes doceiros da região no Livro dos Saberes como Patrimônio Cultural do Brasil.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.016835/2009-92. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Data do Documento
30/10/2009
Autor
Câmara de Dirigentes de Lojistas de Pelotas
Anuência da Comunidade
Data do Documento
30/10/2009
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Nota Técnica de Pertinencia
Ata/Decisão da Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial
Data do Documento
22/11/2010 | 23/11/2010
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Dossiê do Registro
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
21/11/2017
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
05/06/2018
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
15/05/2018
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)




