Sistema agrícola tradicional do Rio Negro (AM)
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Acesse a página Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro: olhares indígenas o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, com suas manivas margeadas por pimenteiras e frutíferas, é o personagem dos dez filmes aqui reunidos ( Em duas partes ). Cuja autoria é de jovens cineastas indígenas.
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Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Data
05/11/2010
Palavras-chave
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Associação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Negro
Etiqueta temática
Atividade produtiva | Cultura alimentar | Povos indígenas | Sociobiodiversidade
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Ação contra a mudança global do clima (Objetivo 13) | Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Consumo e produção responsáveis (Objetivo 12) | Fome zero e agricultura sustentável (Objetivo 2) | Povos originários e comunidades tradicionais (Objetivo 20) | Vida terrestre (Objetivo 15)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
05/11/2010
Data de Revalidação do Registro
11/11/2024
Estados Brasileiros
Municípios Brasileiros
Amazonas (AM) > Barcelos | Amazonas (AM) > Santa Isabel do Rio Negro | Amazonas (AM) > São Gabriel da Cachoeira
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse o processo de revalidação no Sistema Eletrônico de Informação
Denominação
Sistema agrícola tradicional do Rio Negro (AM)
Descrição Completa
No norte do Amazonas, nas regiões do Médio e Alto Rio Negro, comunidades indígenas mantêm um jeito próprio de plantar, colher e preparar alimentos, passado de geração em geração. Esse modo de viver é conhecido como Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil desde 2010.
Mais de 20 povos indígenas participam dessa prática, como Tukano, Aruak e Maku. Apesar de falarem línguas diferentes, essas comunidades compartilham saberes, rituais e formas de lidar com a terra, com base na troca de experiências e na vida em comunidade.
A base do sistema é a roça, feita com a técnica da coivara, onde se derruba uma área de mata, deixa secar, queima e planta. A principal cultura é a mandioca brava, que exige cuidado, atenção e experiência. Dela se faz farinha, goma, tucupi, beiju e outros alimentos que nutrem as famílias todos os dias.
A abertura da roça, o preparo da terra, o plantio e o processamento dos alimentos são realizados de forma complementar entre homens e mulheres, cada qual com saberes específicos, aprendidos na prática e transmitidos entre gerações. Os homens costumam atuar mais intensamente nas etapas de derrubada, queima e preparo da terra, no transporte de cargas e na construção de casas e casas de farinha. Já as mulheres têm papel central na escolha das variedades de plantas, no cuidado com as mudas e na experimentação de novas formas de cultivo. Também cuidam dos quintais e dos espaços ao redor das casas e casas de farinha, onde se cultivam plantas medicinais, frutíferas e temperos, garantindo a diversidade e a continuidade dos alimentos e dos saberes.
Esse sistema é mais do que uma técnica de plantio. Ele envolve regras, modos de ensinar, formas de partilhar o território e de se relacionar com a floresta. Tudo é feito de forma coletiva e com respeito à natureza. O uso da terra é compartilhado, e os saberes são passados com a fala, no convívio e no trabalho do dia a dia.
Além de garantir o alimento, esse modo de plantar ajuda a manter viva a cultura, a língua e a relação dos povos indígenas com o território onde vivem há séculos. Ele mostra que é possível produzir com respeito ao ambiente, cuidando da terra como parte da própria vida.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.010779/2007-11 e Anexos. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Data do Documento
28/06/2007
Autor
Associação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Negro
Anuência da Comunidade
Data do Documento
19/04/2009
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Nota Técnica de Pertinencia
Dossiê do Registro
Data do Documento
2019
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
25/08/2010
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
04/11/2010
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
08/11/2010
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
08/11/2010
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Nota Técnica
Data do Documento
20/07/2021
Autor
Rafael Belló Klein | Aline Miranda | Juliana de Souza Silva | Luan Moura
Parecer Técnico de Revalidação
Data do Documento
09/09/2021
Autor
Renata Silva de Oliveira Galvão | Ana Paula Carvalho
Publicação do Extrato de Parecer de Reavaliação no Diário Oficial
Data do Documento
05/11/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião da Câmara Técnica de Patrimônio Imaterial
Data do Documento
15/03/2022
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião do Conselho Consultivo
Data do Documento
11/11/2024 | 12/11/2024
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Termo de Averbação
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)














