Arte Kusiwa: pintura corporal e arte gráfica Wajápi
-
Acesse a página Arte Kusiwa – Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajápi A arte Kusiwa é um sistema de representação gráfico próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. Como patrimônio imaterial, a Arte Kusiwa – Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi foi inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão, em 2002. No ano seguinte, recebeu da Unesco o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
-
Acesse a página Kusiwa: o caminho do risco Documentário de registro sobre a arte gráfica tradicional dos Wajãpi no Amapá produzido em 2002.
-
Acesse a página Kusiwarã: as marcas e criaturas de Cobra Grande Documentário produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). O documentário trata das formas de criação e recriação dos padrões gráficos que constituem um dos saberes valiosos – juntamente com cantos, danças e diversas tecnologias – apropriados pelos Wajãpi em seus contatos com os donos da água e da floresta. Cobra-Grande, dono e controlador do universo aquático, está presente na vida cotidiana dos Wajãpi, que comentam, no filme, os modos adequados de se comportar e conviver com ele.
-
Acesse a página Arte Kusiwa – Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajápi A arte Kusiwa é um sistema de representação gráfico próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. Como patrimônio imaterial, a Arte Kusiwa – Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi foi inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão, em 2002. No ano seguinte, recebeu da Unesco o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. -
Acesse a página Kusiwa: o caminho do risco Documentário de registro sobre a arte gráfica tradicional dos Wajãpi no Amapá produzido em 2002. -
Acesse a página Kusiwarã: as marcas e criaturas de Cobra Grande Documentário produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). O documentário trata das formas de criação e recriação dos padrões gráficos que constituem um dos saberes valiosos – juntamente com cantos, danças e diversas tecnologias – apropriados pelos Wajãpi em seus contatos com os donos da água e da floresta. Cobra-Grande, dono e controlador do universo aquático, está presente na vida cotidiana dos Wajãpi, que comentam, no filme, os modos adequados de se comportar e conviver com ele.
Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Data
22/03/2010
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Conselho das Aldeias Wajápi (APINA) | Museu do Índio (FUNAI)
Etiqueta temática
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade
Data de Registro
20/12/2002
Data de Revalidação do Registro
27/04/2017
Estados Brasileiros
Território já identificado
Terra Indígena Wajãpi (AP)
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse o processo de revalidação no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Denominação
Arte Kusiwa: pintura corporal e arte gráfica Wajápi
Descrição Completa
A Arte Kusiwa é um sistema gráfico tradicional do povo Wajãpi, do Amapá, que se expressa principalmente por meio da pintura corporal e da aplicação de padrões gráficos em objetos do cotidiano. Esses desenhos fazem parte da forma como esse povo organiza, compartilha e transmite seus conhecimentos, combinando tradição e criatividade em uma linguagem visual própria.
Cada padrão tem um nome e está associado a elementos da natureza ou do cotidiano, como sucuris, jabutis, onças e ferramentas como a lima de ferro. As combinações gráficas seguem um repertório reconhecido pela comunidade e são aplicadas de forma única a cada ocasião. A criação dos desenhos vem acompanhada de histórias, memórias e ensinamentos transmitidos oralmente entre as gerações.
A pintura corporal é uma prática comum no dia a dia. Mulheres pintam seus filhos, seus parceiros e a si mesmas. A prática também ocorre entre jovens e namorados. As tintas são preparadas com materiais naturais como urucum, jenipapo, carvão e resinas vegetais, e aplicadas com instrumentos simples – como lascas de bambu, talos de palmeira, algodão ou com os próprios dedos. A escolha dos padrões e das cores pode comunicar o estado de espírito de quem pinta ou de quem é pintado, indicar intenções ou marcar acontecimentos importantes.
Durante os festejos, as pinturas se tornam mais elaboradas e são usadas junto com colares, adornos e roupas específicas, reforçando o caráter coletivo e cerimonial da prática. Ainda que não indiquem status social, os grafismos refletem aspectos da vida cotidiana e da forma como os Wajãpi se relacionam entre si e com o mundo.
Além dos corpos, os padrões Kusiwa também são aplicados em cuias, cestos, bolsas, tipóias e, mais recentemente, em suportes como papel e tecido. A introdução de novos materiais, como canetas e tintas industriais, tem sido incorporada sem que se percam os vínculos com os conhecimentos tradicionais, demonstrando a capacidade de adaptação dessa prática.
Registrada como Patrimônio Cultural do Brasil em 2002, e reconhecida no ano seguinte pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a Arte Kusiwa integra linguagem, estética e modo de vida. É uma expressão viva da cultura Wajãpi, que reafirma o protagonismo desse povo na preservação e renovação de seus saberes.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.000678/2002-27 e Anexos. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Data do Documento
13/05/2002
Autor
Conselho das Aldeias Waiãpi | Museu do Índio
Anuência da Comunidade
Data do Documento
19/08/2002
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Dossiê do Registro
Data do Documento
2008
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
23/10/2002
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
11/11/2002
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
20/12/2002
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
20/12/2002
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer Técnico de Revalidação
Data do Documento
02/09/2016
Autor
Pedro Gustavo Clerot | Natália Guerra Brayner | Djalma Guimaraes Santiago
Publicação do Extrato de Parecer de Reavaliação no Diário Oficial
Data do Documento
13/01/2017
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião da Câmara Técnica de Patrimônio Imaterial
Data do Documento
14/09/2016
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Relatório do Conselho Consultivo
Ata da Reunião do Conselho Consultivo
Data do Documento
27/04/2017
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Termo de Averbação
Data do Documento
16/12/2022
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)









