Tambor de crioula do Maranhão
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Acesse a página 96ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural analisou as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes a Feira de Caruaru, Tambor de Crioula do Maranhão, Ofício das Paneleiras de Goiabeiras e o Frevo.
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Acesse a página 97ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural analisou a proposta de revalidação do Tambor de Crioula do Maranhão, Frevo e Ofício das paneleiras de Goiabeiras.
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Acesse a página Conectando Patrimônios: Tambor de Crioula Integrante da série Conectando Patrimônios, o vídeo apresenta Martinha Cruz dos Santos, do grupo Alegria São Benedito, que fala sobre sua atuação e a importância do Tambor de Crioula.
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Acesse a página São Luís Dorme ao Som dos Tambores Documentário produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). A capital maranhense é embalada pelos tambores, sejam eles do boi ou de-crioula, e quem dorme o faz ao som que, atravessando a noite inteira, só ao amanhecer se atenua. Trata-se de dança profana e religiosa (que nas senzalas comemorava a alforria). As belas imagens de São Luís e de diversos grupos em ação mesclam-se a depoimentos, sob o som dos tambores, naturalmente.
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Acesse a página Tambor de Crioula no Maranhão Esse bem imaterial inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo no Sudeste, o samba de roda do Recôncavo Baiano, o coco no Nordeste e algumas modalidades do samba carioca. Além de sua origem comum, constatam-se, entre essas expressões do samba, traços convergentes na polirritmia dos tambores, no ritmo sincopado, nos principais movimentos coreográficos e na umbigada.
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Acesse a página Tambor de Crioula no Maranhão Esse bem imaterial inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo no Sudeste, o samba de roda do Recôncavo Baiano, o coco no Nordeste e algumas modalidades do samba carioca. Além de sua origem comum, constatam-se, entre essas expressões do samba, traços convergentes na polirritmia dos tambores, no ritmo sincopado, nos principais movimentos coreográficos e na umbigada.
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Acesse a página 96ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural analisou as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes a Feira de Caruaru, Tambor de Crioula do Maranhão, Ofício das Paneleiras de Goiabeiras e o Frevo. -
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Acesse a página Conectando Patrimônios: Tambor de Crioula Integrante da série Conectando Patrimônios, o vídeo apresenta Martinha Cruz dos Santos, do grupo Alegria São Benedito, que fala sobre sua atuação e a importância do Tambor de Crioula. -
Acesse a página São Luís Dorme ao Som dos Tambores Documentário produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). A capital maranhense é embalada pelos tambores, sejam eles do boi ou de-crioula, e quem dorme o faz ao som que, atravessando a noite inteira, só ao amanhecer se atenua. Trata-se de dança profana e religiosa (que nas senzalas comemorava a alforria). As belas imagens de São Luís e de diversos grupos em ação mesclam-se a depoimentos, sob o som dos tambores, naturalmente. -
Acesse a página Tambor de Crioula no Maranhão Esse bem imaterial inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo no Sudeste, o samba de roda do Recôncavo Baiano, o coco no Nordeste e algumas modalidades do samba carioca. Além de sua origem comum, constatam-se, entre essas expressões do samba, traços convergentes na polirritmia dos tambores, no ritmo sincopado, nos principais movimentos coreográficos e na umbigada. -
Acesse a página Tambor de Crioula no Maranhão Esse bem imaterial inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo no Sudeste, o samba de roda do Recôncavo Baiano, o coco no Nordeste e algumas modalidades do samba carioca. Além de sua origem comum, constatam-se, entre essas expressões do samba, traços convergentes na polirritmia dos tambores, no ritmo sincopado, nos principais movimentos coreográficos e na umbigada.
Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
São Luís (BR). Prefeitura Municipal
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Etiqueta temática
Cultura afro-brasileira e diaspórica | Danças | Musicalidades
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Educação de qualidade (Objetivo 4) | Igualdade étnico-racial (Objetivo 18) | Paz, justiça e instituições eficazes (Objetivo 16) | Redução das desigualdades (Objetivo 10)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
29/06/2007
Data de Revalidação do Registro
31/08/2021
Estados Brasileiros
Municípios Brasileiros
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse o processo de revalidação no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Denominação
Tambor de crioula do Maranhão
Descrição Completa
É ao som firme dos tambores que as mulheres formam a roda e marcam o chão com passos decididos. Cada movimento carrega um saber ancestral, cultivado por comunidades negras presentes em praticamente todos os municípios do Maranhão. Essa manifestação, conhecida como Tambor de Crioula, reúne dança, canto e percussão em celebrações que misturam arte, fé e memória coletiva.
Suas origens remontam ao período colonial, especialmente à época da escravidão. Desenvolvido por pessoas africanas e afrodescendentes, o tambor se consolidou como espaço de resistência, convivência e espiritualidade. Muitas rodas aconteciam nos fundos das senzalas ou em locais informais, ligadas a rituais, promessas e formas de encontro que escapavam ao controle das elites. Com o tempo, essa prática se espalhou por todo o Maranhão, assumindo diferentes formas de organização comunitária.
As rodas podem surgir em diversos espaços: terreiros, quintais, ruas ou praças. Não há um calendário fixo nem um local determinado. É comum ver o Tambor de Crioula em festas juninas, no carnaval, em celebrações religiosas ou como expressão espontânea de alegria e pertencimento. Em muitos casos, a roda é associada à devoção a São Benedito, reforçando a ligação entre religiosidade popular e a cultura afro-brasileira. Ao mesmo tempo, o tambor também é uma forma de lazer, de afirmação identitária e de encontro coletivo.
A apresentação do Tambor de Crioula costuma ser estruturada em três elementos principais: o toque dos tambores (instrumentos de percussão feitos artesanalmente), o canto das toadas (canções que alternam solos e coro) e a dança das mulheres, tradicionalmente chamadas de coreiras — termo usado para designar aquelas que dançam no centro da roda, com saias rodadas e movimentos marcantes. As coreiras movimentam o corpo com graça e intensidade, guiadas pelo ritmo dos tambores e pelas vozes dos cantadores. O momento mais simbólico da dança é a umbigada, também conhecida como punga, um gesto de contato entre os corpos que simboliza tanto o convite para entrar na roda quanto o reconhecimento de pertencimento.
Não é necessário ensaio prévio: o saber do tambor é aprendido no convívio com os mais velhos, de forma oral e prática. Crianças e jovens participam das rodas, observam, imitam e, com o tempo, se tornam parte ativa da tradição. As toadas — cantos que podem ser improvisados ou já conhecidos — abordam temas variados: louvor aos santos, brincadeiras, sátiras, desafios entre cantadores, fatos do cotidiano e despedidas.
A musicalidade do Tambor de Crioula tem raízes comuns a outras expressões afro-brasileiras, como o jongo, o coco e o samba de roda. A polirritmia dos tambores, o canto em forma de pergunta e resposta, a improvisação poética e os movimentos circulares evidenciam uma matriz cultural compartilhada. No Maranhão, entretanto, o tambor desenvolveu características próprias: cada grupo — também chamado de sotaque — mantém um estilo particular de tocar, cantar e organizar suas apresentações.
Com o tempo, aspectos visuais também passaram a marcar a estética da roda. Hoje, é comum ver as mulheres com saias coloridas de estampas vivas, blusas rendadas, colares, flores e torços na cabeça, compondo um figurino cheio de simbolismo e beleza. Os homens geralmente vestem calça branca, camisa estampada e chapéu de palha. Todos participam ativamente: tocam, cantam, dançam e acompanham o ritmo com palmas.
O reconhecimento oficial do Tambor de Crioula do Maranhão como Patrimônio Cultural do Brasil, em 2007, representou um marco importante para sua valorização. Desde então, diversas ações de salvaguarda vêm sendo desenvolvidas em diálogo com os grupos detentores. Ainda assim, é na prática viva das comunidades, nas rodas que se formam e se renovam, e na partilha constante do saber que essa tradição encontra sua maior força.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.005742/2007-71. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Anuência da Comunidade
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Dossiê do Registro
Data do Documento
2016
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
17/05/2007
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
18/06/2007
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
20/11/2007
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Nota Técnica
Data do Documento
17/09/2019
Autor
Ivana Medeiros Pacheco Cavalcante | Aline Beatriz Miranda da Silva | Natália Guerra Brayner | Rodrigo Marns Ramassote
Parecer Técnico de Revalidação
Ata da Reunião da Câmara Técnica de Patrimônio Imaterial
Data do Documento
12/05/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião do Conselho Consultivo
Data do Documento
31/08/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Termo de Averbação
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)









