Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri
-
Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM).
-
Acesse a página Conectando Patrimônios: Viola de cocho O vídeo integra a série Conectando Patrimônios e apresenta Alcides, artesão de viola de cocho e filho do Mestre Caetano, que há 30 anos se dedica à confecção desse instrumento. Em seu depoimento, ele compartilha sua trajetória, fala sobre o modo de fazer a viola de cocho e ressalta a importância da preservação desse saber tradicional.
-
Acesse a página Modo de fazer viola de cocho: os saberes dos cururueiros Produzido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), o documentário "Modo de Fazer Viola de Cocho: os saberes dos cururueiros" retrata o trabalho dos artesãos mais antigos em atividade no ofício. O vídeo foi produzido com recursos do Instituto ECCOS, entidade mantida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, com apoio da Superintendência do Iphan no estado, que forneceu logística e o conhecimento antropológico sobre o tema.
-
Acesse a página Patrimônios imateriais Os Bens Culturais de Natureza Imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas).
-
Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM). -
Acesse a página Conectando Patrimônios: Viola de cocho O vídeo integra a série Conectando Patrimônios e apresenta Alcides, artesão de viola de cocho e filho do Mestre Caetano, que há 30 anos se dedica à confecção desse instrumento. Em seu depoimento, ele compartilha sua trajetória, fala sobre o modo de fazer a viola de cocho e ressalta a importância da preservação desse saber tradicional. -
Acesse a página Modo de fazer viola de cocho: os saberes dos cururueiros Produzido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), o documentário "Modo de Fazer Viola de Cocho: os saberes dos cururueiros" retrata o trabalho dos artesãos mais antigos em atividade no ofício. O vídeo foi produzido com recursos do Instituto ECCOS, entidade mantida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, com apoio da Superintendência do Iphan no estado, que forneceu logística e o conhecimento antropológico sobre o tema. -
Acesse a página Patrimônios imateriais Os Bens Culturais de Natureza Imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas).
Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Observação
O Conselho Consultivo do Iphan, em reunião datada de 09 de dezembro de 2021, aprovou a revalidação do título de "Patrimônio Cultural do Brasil" atribuído ao bem cultural "Modo de fazer Viola-de-Cocho", conforme o art. 7º do Decreto 3.551/2000. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em reunião datada de 25 de março de 2025, aprovou a mudança de nomenclatura atribuída ao bem cultural de "Modo de Fazer Viola-de-Cocho" para "Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri".
Etiqueta temática
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Cidades e comunidades sustentáveis (Objetivo 11) | Paz, justiça e instituições eficazes (Objetivo 16) | Vida terrestre (Objetivo 15)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
14/01/2005
Data de Revalidação do Registro
23/03/2025
Estados Brasileiros
Municípios Brasileiros
Mato Grosso do Sul (MS) > Corumbá | Mato Grosso (MT) > Cuiabá | Mato Grosso (MT) > Diamantino | Mato Grosso (MT) > Jangada | Mato Grosso do Sul (MS) > Ladário | Mato Grosso (MT) > Nobres | Mato Grosso (MT) > Nossa Senhora do Livramento | Mato Grosso (MT) > Poconé | Mato Grosso (MT) > Rosário Oeste | Mato Grosso (MT) > Santo Antônio do Leverger | Mato Grosso (MT) > Várzea Grande
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse o processo de revalidação no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Denominação
Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri
Descrição Completa
Escavar uma tora de madeira para transformá-la em instrumento musical exige técnica e atenção a cada detalhe, além de paciência. É assim que nasce a Viola de Cocho, construída a partir de um saber que circula entre mestres artesãos e músicos da Região Centro-Oeste do Brasil, especialmente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. Esse modo de fazer une o conhecimento sobre a natureza local com a prática manual, em um processo que atravessa gerações.
O nome do instrumento vem justamente do modo como é produzido, com a mesma técnica usada para fazer cochos, os recipientes onde se coloca alimento para o gado. A madeira é escavada no formato da viola e, depois, são afixadas as demais partes como o tampo, o cavalete, o espelho, o rastilho e as cravelhas. As cordas, tradicionalmente, são feitas de tripa de animal; os trastes, chamados na região de “pontos”, são feitos com fios de algodão; e a colagem pode utilizar o sumo de uma batata chamada sumbaré ou substâncias extraídas de peixes. A escolha dos materiais e o modo de execução variam entre os artesãos, o que faz com que cada viola tenha características próprias.
Nas festas populares da região, a viola está sempre presente. Ela acompanha os cantos e as danças do cururu e do siriri, ao lado de instrumentos como o ganzá e o mocho. No cururu, os homens cantam versos de louvor a santos católicos, especialmente nas celebrações do ciclo junino. Já o siriri tem um caráter mais profano, e é dançado por homens e mulheres em pares, com coreografias que acompanham o ritmo da música. As fitas coloridas amarradas ao braço da viola sinalizam o número de vezes que o instrumento foi usado em homenagens religiosas, sendo cada cor associada a um santo.
A presença da Viola de Cocho também aparece em outras manifestações como a dança de São Gonçalo, o boi-a-serra, o rasqueado cuiabano, ladainhas e festas de devoção organizadas por irmandades. Em todas essas ocasiões, a viola marca o tempo, guia os cantos e ajuda a construir um ambiente de encontro e partilha.
Aprender a fazer uma Viola de Cocho envolve observar, experimentar e conviver com quem já domina o ofício. É um conhecimento que se transmite no ritmo das rodas e das festas, mas também no silêncio das oficinas e varandas onde a madeira vai sendo moldada aos poucos. O instrumento e o modo de produzi-lo integram um conjunto maior de práticas culturais que conectam música, território e modos de vida.
Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2004, o modo de fazer a Viola de Cocho é um exemplo da relação entre trabalho artesanal, expressão musical e continuidade de saberes locais.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.01090/2004-03. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Anuência da Comunidade
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Dossiê do Registro
Data do Documento
2009
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
08/11/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Autor
Angela Gutierrez
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
01/12/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
14/01/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
14/01/2005
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Nota Técnica
Data do Documento
27/08/2020
Autor
Rafael Belló Klein | Natália Guerra Brayner | Marcelo Douglas de Figueiredo Torres | Rodrigo Martins Ramassote
Parecer Técnico de Revalidação
Data do Documento
14/05/2021
Autor
João Paulo Pereira do Amaral | José Augusto Carvalho dos Santos
Publicação do Extrato de Parecer de Reavaliação no Diário Oficial
Data do Documento
02/07/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião da Câmara Técnica de Patrimônio Imaterial
Data do Documento
17/08/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião do Conselho Consultivo
Data do Documento
09/12/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Termo de Averbação
Data do Documento
09/12/2021 | 25/03/2025
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)











