Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri
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Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM).
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Acesse a página Conectando patrimônios: viola de cocho O vídeo integra a série Conectando Patrimônios e apresenta Alcides, artesão de viola de cocho e filho do Mestre Caetano, que há 30 anos se dedica à confecção desse instrumento. Em seu depoimento, ele compartilha sua trajetória, fala sobre o modo de fazer a viola de cocho e ressalta a importância da preservação desse saber tradicional.
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Acesse a página Modo de fazer viola de cocho: os saberes dos cururueiros Produzido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), o documentário "Modo de Fazer Viola de Cocho: os saberes dos cururueiros" retrata o trabalho dos artesãos mais antigos em atividade no ofício. O vídeo foi produzido com recursos do Instituto ECCOS, entidade mantida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, com apoio da Superintendência do Iphan no estado, que forneceu logística e o conhecimento antropológico sobre o tema.
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Acesse a página Oficinas viola-de-cocho Vídeo documentário sobre as oficinas de confecção da viola-de-cocho e transmissão da tradição do cururu em Corumbá, pelo instrutor Sr. Vitalino Soares Pinto, mestre cururueiro de Mato Grosso do Sul, e Sr. José Gilberto Garcia Rozisca.
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Acesse a página 99ª Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural A Reunião Extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural discutiu a proposta de registro das Matrizes Tradicionais do Forró e as propostas de revalidação dos títulos de bem cultural referentes ao Modo de Fazer Viola de Cocho e à Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM). -
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Acesse a página Oficinas viola-de-cocho Vídeo documentário sobre as oficinas de confecção da viola-de-cocho e transmissão da tradição do cururu em Corumbá, pelo instrutor Sr. Vitalino Soares Pinto, mestre cururueiro de Mato Grosso do Sul, e Sr. José Gilberto Garcia Rozisca.
Sobre o bem cultural
Vídeo de registro
Proponente do Registro
Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul
Período de ocorrência
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Abrangência do registro
Observação
O Conselho Consultivo do Iphan, em reunião datada de 09 de dezembro de 2021, aprovou a revalidação do título de "Patrimônio Cultural do Brasil" atribuído ao bem cultural "Modo de fazer Viola-de-Cocho", conforme o art. 7º do Decreto 3.551/2000. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em reunião datada de 25 de março de 2025, aprovou a mudança de nomenclatura atribuída ao bem cultural de "Modo de Fazer Viola-de-Cocho" para "Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri".
Etiqueta temática
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Cidades e comunidades sustentáveis (Objetivo 11) | Paz, justiça e instituições eficazes (Objetivo 16) | Vida terrestre (Objetivo 15)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Revalidação do Registro
23/03/2025
Data de Registro
14/01/2005
Estados Brasileiros
Municípios da Instituição Proponente do Registro
Mato Grosso do Sul (MS) > Corumbá | Mato Grosso (MT) > Cuiabá | Mato Grosso (MT) > Diamantino | Mato Grosso (MT) > Jangada | Mato Grosso do Sul (MS) > Ladário | Mato Grosso (MT) > Nobres | Mato Grosso (MT) > Nossa Senhora do Livramento | Mato Grosso (MT) > Poconé | Mato Grosso (MT) > Rosário Oeste | Mato Grosso (MT) > Santo Antônio do Leverger | Mato Grosso (MT) > Várzea Grande
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse o processo de revalidação no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Descrição resumida
A ser definido posteriormente
Denominação
Modo de Fazer Viola-de-Cocho Associado ao Complexo Cultural do Cururu e do Siriri
Descrição Completa
Escavar uma tora de madeira para transformá-la em instrumento musical exige técnica e atenção a cada detalhe, além de paciência. É assim que nasce a Viola de Cocho, construída a partir de um saber que circula entre mestres artesãos e músicos da Região Centro-Oeste do Brasil, especialmente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. Esse modo de fazer une o conhecimento sobre a natureza local com a prática manual, em um processo que atravessa gerações.
O nome do instrumento vem justamente do modo como é produzido, com a mesma técnica usada para fazer cochos, os recipientes onde se coloca alimento para o gado. A madeira é escavada no formato da viola e, depois, são afixadas as demais partes como o tampo, o cavalete, o espelho, o rastilho e as cravelhas. As cordas, tradicionalmente, são feitas de tripa de animal; os trastes, chamados na região de “pontos”, são feitos com fios de algodão; e a colagem pode utilizar o sumo de uma batata chamada sumbaré ou substâncias extraídas de peixes. A escolha dos materiais e o modo de execução variam entre os artesãos, o que faz com que cada viola tenha características próprias.
Nas festas populares da região, a viola está sempre presente. Ela acompanha os cantos e as danças do cururu e do siriri, ao lado de instrumentos como o ganzá e o mocho. No cururu, os homens cantam versos de louvor a santos católicos, especialmente nas celebrações do ciclo junino. Já o siriri tem um caráter mais profano, e é dançado por homens e mulheres em pares, com coreografias que acompanham o ritmo da música. As fitas coloridas amarradas ao braço da viola sinalizam o número de vezes que o instrumento foi usado em homenagens religiosas, sendo cada cor associada a um santo.
A presença da Viola de Cocho também aparece em outras manifestações como a dança de São Gonçalo, o boi-a-serra, o rasqueado cuiabano, ladainhas e festas de devoção organizadas por irmandades. Em todas essas ocasiões, a viola marca o tempo, guia os cantos e ajuda a construir um ambiente de encontro e partilha.
Aprender a fazer uma Viola de Cocho envolve observar, experimentar e conviver com quem já domina o ofício. É um conhecimento que se transmite no ritmo das rodas e das festas, mas também no silêncio das oficinas e varandas onde a madeira vai sendo moldada aos poucos. O instrumento e o modo de produzi-lo integram um conjunto maior de práticas culturais que conectam música, território e modos de vida.
Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2004, o modo de fazer a Viola de Cocho é um exemplo da relação entre trabalho artesanal, expressão musical e continuidade de saberes locais.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.01090/2004-03. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Anuência da Comunidade
Data do Documento
2004
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Dossiê do Registro
Data do Documento
2009
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
08/11/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Autor
Angela Gutierrez
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
01/12/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Data do Documento
14/01/2004
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
14/01/2005
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Nota Técnica
Data do Documento
27/08/2020
Autor
Rafael Belló Klein | Natália Guerra Brayner | Marcelo Douglas de Figueiredo Torres | Rodrigo Martins Ramassote
Parecer Técnico de Revalidação
Data do Documento
14/05/2021
Autor
João Paulo Pereira do Amaral | José Augusto Carvalho dos Santos
Publicação do Extrato de Parecer de Reavaliação no Diário Oficial
Data do Documento
02/07/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião da Câmara Técnica de Patrimônio Imaterial
Data do Documento
17/08/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Ata da Reunião do Conselho Consultivo
Data do Documento
09/12/2021
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Termo de Averbação
Data do Documento
09/12/2021 | 25/03/2025
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)


















