Carimbó
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Acesse a página Conectando Patrimônios: Carimbó Integrante da série Conectando Patrimônios, o vídeo apresenta Lucas Pacheco Bragança (Mestre Lucas Bragança), do coletivo Mestres e Mestras Detentores do Saber do Carimbó. Em seu depoimento, ele fala sobre o trabalho do coletivo, a importância de transmitir o conhecimento às novas gerações e o processo de confecção dos instrumentos tradicionais.
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Acesse a página Conectando Patrimônios: Carimbó Integrante da série Conectando Patrimônios, o vídeo apresenta Lucas Pacheco Bragança (Mestre Lucas Bragança), do coletivo Mestres e Mestras Detentores do Saber do Carimbó. Em seu depoimento, ele fala sobre o trabalho do coletivo, a importância de transmitir o conhecimento às novas gerações e o processo de confecção dos instrumentos tradicionais.
Sobre o bem cultural
Período de ocorrência
Abrangência do registro
Proponente do Registro
Santarém Novo (BR). Prefeitura Municipal | Irmandade de Carimbó de são Benedito
Vinculo com Inventário Nacional de Referências Culturais
Etiqueta temática
Objetivos de Desenvolvimento Sutentável
Arte, cultura e comunicação (Objetivo 19) | Cidades e comunidades sustentáveis (Objetivo 11) | Educação de qualidade (Objetivo 4) | Paz, justiça e instituições eficazes (Objetivo 16)
Informações de destaque lateral
Livro de Registro
Data de Registro
11/09/2014
Estados Brasileiros
Municípios Brasileiros
Pará (PA) > Irituia | Pará (PA) > Marapanim | Pará (PA) > Quatipuru | Pará (PA) > Salinópolis | Pará (PA) > Santarém Novo | Pará (PA) > Vigia
Acesse o processo de registro no Sistema Eletrônico de Informação
Acesse as ações de salvaguarda realizadas
Denominação
Carimbó
Descrição Completa
O Carimbó é uma expressão cultural muito presente na vida das comunidades do Pará, especialmente na região nordeste do estado. Música, dança, instrumentos, modos de vestir e de festejar se juntam numa prática que acontece o ano todo, em diferentes lugares e ocasiões. Essa manifestação tem raízes antigas, formadas a partir de influências africanas, indígenas e ibéricas, que se misturaram na região amazônica a partir do século XVII.
O nome “carimbó” vem do “curimbó”, o tambor principal usado nas rodas. Com o tempo, a palavra passou a se referir também ao conjunto da expressão já que os tambores representam o centro da festa. São eles que marcam o ritmo e convidam as pessoas a dançar. Muitos curimbós são feitos pelos próprios tocadores, que cuidam desses instrumentos com atenção e carinho.
A música do carimbó tradicional é feita com dois ou três curimbós, instrumentos de sopro como flauta ou saxofone, banjo, maracas e milheiros. Em algumas rodas, aparecem também o triângulo, o reco-reco, o tambor de onça e outros instrumentos. De modo geral, as canções falam do lugar, da natureza, do trabalho e da vida de quem participa. Os versos são criados por mestres e mestras que, no dia a dia, trabalham em outras funções como pescadores, agricultores, carpinteiros, pedreiros, entre tantas outras ocupações.
A dança do carimbó é leve e marcada pelos giros. Um par de dançarinos, o cavalheiro e a dama, dançam com passos curtos, em movimentos circulares, sem se tocarem. Cada comunidade tem seu jeito de dançar, de se vestir e de organizar as festas. O carimbó acontece em festas entre amigos, encontros de bairro, celebrações religiosas e também em festivais.
Em muitas localidades, o carimbó está ligado às festas de São Benedito, santo de grande devoção entre as comunidades negras da Amazônia. Essas festas costumam acontecer entre dezembro e janeiro e são momentos de fé, encontro e alegria. Já os festivais de carimbó reúnem grupos de várias regiões. Nessas ocasiões, além das apresentações, acontecem também trocas de saberes, oficinas e rodas de conversa.
O carimbó é passado de geração em geração, principalmente pela convivência e pelo fazer junto. Crianças, jovens e adultos aprendem olhando, ouvindo, dançando, tocando e participando das festas. É assim que os saberes e a memória das comunidades continuam vivos.
Em 2014, o Carimbó foi registrado como Patrimônio Cultural do Brasil no Livro das Formas de Expressão. O reconhecimento valoriza a importância dessa manifestação para quem a pratica e para a cultura popular brasileira.
Esta descrição faz parte da síntese do conteúdo do processo administrativo nº 01450.009510/2008-72. O texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial, baseado nos documentos do BCR (Bens Culturais Registrados) e revisado por especialistas humanos. Nosso objetivo é tornar as informações mais acessíveis e compreensíveis para todas as pessoas. Caso encontre alguma inconsistência ou tenha sugestões de melhoria, entre em contato conosco. A sua participação é fundamental para valorizarmos e preservarmos nosso patrimônio cultural!
Solicitação de Registro do Bem
Data do Documento
28/12/2007
Autor
Prefeitura Municipal de Santarém Novo | Irmandade de Carimbó de são Benedito
Anuência da Comunidade
Data do Documento
01/12/2006
Autor
Comunidade Detentora do Bem Cultural
Nota Técnica de Pertinencia
Ata/Decisão da Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial
Data do Documento
06/08/2009
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Dossiê do Registro
Data do Documento
01/06/2014
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer técnico do Iphan
Aviso de tramitação no DOU
Data do Documento
11/08/2014
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Parecer do relator do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Ata do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data do Documento
11/09/2014
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Título do Bem
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Certidão do Registro do Bem
Data do Documento
26/12/2014
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Plano de Salvaguarda
Data do Documento
2020
Autor
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)











